
Saudações interplanetárias, humanos! Hoje vou fazer algo diferente aqui. Hoje vai ser um texto sem texto! Um texto de IBAGENS!
Ontem no twitter meu amigo @Markurgh postou um link do facebook cheio daquelas imagens nada a ver com uma mensagem fofinha pra quem acabou de separar do namorado ou perdeu a virgindade na festa da república e não se lembra. No fim o público é o mesmo: quem ta fudido.
Resolvi pegar essas imagens e associar a uma ideia vista no 9GAG há anos (sim, sou hipster) + a ideia do Markurgh e eis pra vocês um texto sem texto, só com… sei lá, não dá pra definir o que é isso. E não se esqueça de me seguir em @perigosobrauner para dicas contra o apocalipse zumbi.

Bom dia sol, bom dia lua, bom dia pai, mãe, titia, vovó, e não posso me esquecer da minha eguinha pocotó. Feliz ano novo crias de satã! É com honra e mérito que eu tenho o prazer de anunciar meu avatar novo (esse bebê com cara de medo ficou tão incrível que tenho vontade de pegá-lo e abraçá-lo e sufocá-lo pra ele ir pro hospital pra entrar em coma e ficar na CTI pra eu ter que ficar de acompanhante podendo olhar pra carinha fofa dele 24 horas por dia até sentir sede e sair do quarto pra uma enfermeira roubá-lo) e o prazer de anunciar que: I AM BACK.
Aprendi muitas coisas nos últimos meses sem postar aqui. Uma delas é que existe leis que protegem pessoas. Lei do unfollow. E unfollow é algo que ainda me abala psicologicamente (diga-se de passagem, pra me fazer feliz e dar o follow, é só seguir AQUI. Ou AQUI. Ou tenta AQUI. É tudo o mesmo LINK. Agora o LINK não foi o LINK. Foi o LINK do ZELDA. Adoro ligações externas.). Logo preciso ser sincero antes de tudo e dizer que o texto que você verá abaixo foi originalmente publicado no blog Acidez Mental que eu achei acidentalmente enquanto procurava pornografia.
Fiz algumas alterações e complementei pra dar mais a minha cara. E não, você não está na Wikipedia.
Dezembro taí. Essa é a época do ano em que “Finalmente, férias” é a frase TOP 1 na cabeça de todos jovens, substituindo a anterior “que sono”. Eu tenho essa teoria: o ano de um adolescente pode ser dividido em apenas quatro fases, cada uma representada respectivamente pelas seguintes frases: 1) “aeee rever os coleguinhass!!” 2) “que sono” 3) “Ferias!!!” 4) “que tédio…”.
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É com muita tristeza, porém honestidade, que afirmo que o mundo foi dominado pelas mulheres. Tudo é feito, nem que seja indiretamente, para elas. Duvida? Então olha só.
Se você garotinho indefeso estuda hoje, é pra entrar numa (boa) faculdade, conseguir um (bom) emprego, ganhar (muita) grana e por fim impressionar as gata. Se uma mulher aprende a lavar louça, cozinhar e vai a uma academia diariamente malhar a bunda, é pra conseguir um marido rico e tirar onda com as “””amigas”””. Viu só?
Pois é, triste para nós machos alfas que prezávamos pelo bons tratos das damas.
Brincadeira galera, não sou machista. Continue Lendo…

O garoto Charlinhos foi criado com outros cinco irmãos, três mais velhos que o enchiam de porrada diariamente e dois mais novos, nos quais ele tentava imitar o que os mais velhos faziam com ele, em uma humilde casa de três cômodos. A cozinha-sala, onde tinha basicamente um fogão e a televisão, o quarto dos pais e o quarto dos irmãos. Seu pai trabalhava diariamente em uma fazenda que ficava a quilômetros de distância da casa deles e só voltava nos finais de semana com o dinheiro que mal dava pra alimentar ele próprio e ainda tinha que servir para toda a família, afinal a mãe não trabalhava. Trabalhar ela trabalhava, não pense que tomar conta da casa e de seis filhos bagunceiros feito eram Charlinhos e seus irmãos era algo muito mais fácil que o trabalho do pai, mas não era remunerada por isso. Nem um “mamãe te amo” ela recebia ao fim do dia.
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Todo mundo de greve, menos eu. Alias, vou reivindicar o que? Melhores condições de mesada? “Oh, mãe, ou a Sra. aumenta minha mesada ou eu não te chamo mais de mãe, tá ouvindo Dona Silva?”.
Isso não faria sentido. O justo seria se o dono desse Blog (@willfarias) cobrasse melhores pagamentos… Como um típico escritor fracassado que sou, é fato que o pago uma grana não muito compensatória para que ele me deixe escrever aqui. Algo em torno de R$ 700,00 por texto. Exagerei, são R$ 684,35.

Oi, como vocês estão seus lindos? Perseguindo seus sonhos? Lutando contra os sayiajins? Capturando pokémons raros ou simplesmente não fazendo porra nenhuma e sendo mais feliz que o Ash com aquela voz irritante?
Enfim! Sabe aquele momento em que você para, olha pra parede a noite e imagina o que vai fazer do seu futuro, pensamento em tudo que já fez e tentando tirar proveito de suas atitudes pra tentar ser uma pessoa melhor? Então, hoje vou ensinar o que NÃO dizer pra um policial quando ele te parar e você estiver tão bêbado que cada arroto sai um Homer, ou quando ele te parar porque você tava correndo tanto brincando de De Volta para o Futuro, ou várias outras comparações mais estúpidas que essa.

Existem diversos tipos de talentos. Muitos têm talento para calcular questões que chegam até cinco páginas, e quando terminam, o resultado final é zero. Outras centenas têm talento para cuidar das pessoas e após, fazê-las chorar quando param para analisar o preço que foi a consulta médica. Tantos outros são repletos de talentos para fazerem o que quiserem, com isso, podem optar o que seguir. Enfim, também tem uma parte que não tem nem talento para calcular, tampouco para cuidar de si, imaginem dos outros. Prazer… eu me incluo nessa parcela.
Não é bem assim. Confesso que realmente não sou bom com números, pessoas, ou outras atividades úteis, mas tenho um talento não muito apreciável, porem de suma importância: varro, limpo e passo pano como ninguém. Perguntem para o pessoal da empresa onde trabalho.

Ieeeeeee!!! É com a saudação do Fonzie que começo meu texto de reestreia aqui no Palavra Ácida! Lembra no meu último texto (que agora não é mais último, logo o título dele não faz sentido e toda a existência agora começa a ser um paradoxo) onde eu disse que talvez voltaria? Então, não vou falar o óbvio mas bem… voltei!
E no meu texto de reestreia vou aproveitar que hoje é sexta-feira, dia de ser radical e tirar a camisa pra sair no frio. Foda é fazer frio ultimamente. Jesus tropeçou no fio do ar condicionado lá em cima. Mas enfim, hoje vou aproveitar o clima de Rock in Rio pra analisar uma música que a Ivete Sangalo cantou agora pouco. Aces High? Eagle Fly Free? You Shook Me All Night Long? Não.. Minha Pequena Eva! (sugestão da minha pequena @cheromorang. Podem seguir. Palavra de escoteiro.)

Queria saber de quem foi à ideia genial em colocar programa de polícia justamente na hora do almoço, só para eu olhar nos seus olhos… e dizer: “Devolva toda grana das carnes que deixei de comer quando olhei cadáver pela TV, cretino!”.
Eu almoço diariamente num restaurante em que o dono do estabelecimento deixa a TV ligada em programa policial. Dai você pergunta: “Já que odeia tanto, por que almoça nesse lugar?” Respondo: “Porque lá é o único que posso pagar”. Você insiste: “Sei… então por que não pede para ele mudar de canal?”. Respondo novamente: “Porque essa não é a solução, todas as emissoras no horário de meio dia passam o mesmo tipo de programa”. Você, como é chato, continua: “Complicado… É, só te resta xingar a mãe dele”. Rebato entristecido: “Eu faço isso, só que mentalmente. Não sou louco de dizer na cara dele. Pelo jeito de marginal que o sujeito tem, tenho medo que ele apareça naquela televisão por ter cometido algum crime contra minha pessoa”.

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